A greve dos mais de dois mil funcionários da Indústria de Material Bélico do Brasil, a Imbel, empresa pública vinculada ao Ministério da Defesa, e que possui quatro unidades no Sudeste, completou 15 dias na última terça-feira. Sem progresso nas negociações, os grevistas anunciaram na última semana que além de buscar apoio do Ministério Público, a paralisação será mantida por tempo indeterminado.
O estado de greve foi anunciado no último dia 14, após assembleia-geral nas unidades da Imbel em Juiz de Fora-MG, Magé-RJ, Piquete-SP e Rio de Janeiro. Os trabalhadores reivindicam um reajuste salarial mínimo 10%, uma Participação nos Lucros e Resultados no valor de R$ 3 mil e uma jornada de trabalho de no máximo quarenta horas semanais.
Segundo o presidente do Sindicato dos Químicos de Lorena, Piquete e Região, Luiz Carlos da Silva, está faltando uma maior colaboração por parte dos representantes da Imbel para que um acordo seja feito. Ele revelou que acredita que as negociações ainda se estenderão por um longo período.
Estava previsto para o último fim de semana, um encontro em Pouso Alegre-MG entre o Sindicato dos Químicos das quatro cidades que possuem unidades da Imbel, com representantes do Ministério Público para a discussão da situação dos mais de dois mil trabalhadores que seguem paralisados por tempo indeterminado.
A reportagem do Jornal Atos procurou o Ministério da Defesa para saber sobre o andamento nas negociações. Em resposta, a assessoria de Comunicação informou que devido ao feriado nacional de 1.° de Maio, Dia do Trabalho, não teve disponibilidade para encaminhar uma resposta, e que ela será enviada ainda nesta semana.
Reportagem Lucas Barbosa
Jornal Atos
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Espero que esse governo de merda que temos, e esses dirigentes da Imbel safados, olhem para os funcionarios que correm o risco todo dia, e mereçem esse reajuste.
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